terça-feira, 15 de março de 2011

Terezinha de Trinta

       O terceiro já ameaçou aparecer várias vezes. Foi o amigo do amigo da amiga, foi o cara que dança bem, o irmão da colega do trabalho, o padrinho, o médico, foi aquele cara. No início, em cada novo encanto morava a esperança. Mas o tempo passa e assim ela foi ficando cansada, calejada, desistida. Preservada. Com a bagagem do primeiro e do segundo. Com o final das histórias. E, agora, em cada telefone novo mora apenas um nome e um lugar. Em cada nova promessa mora a dúvida. Em cada espera, o fim.

domingo, 13 de março de 2011

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Ah, o dia seguinte! Dono da minha dor de cabeça, pesada de tanta consciência.