Quem já foi ao Caribe não precisa de explicações. Pra quem não foi, deixo aqui uma palinha das minhas horas naquele paraíso – 3 amigas, 7 dias, 1562 gargalhadas e muita história pra contar.
Não se assuste. O mundo caribenho respira amor!!! Tem tubaróns, novios, enamorados, besos, me gustan sus besos, tequilas, preciosos, chilenos, colombianos, dominicanos e até brasileiros, muitos brasileiros. No começo achamos que era assédio, mas depois aceitamos o fato de todos ali só queriam, simplesmente, levantar nossa auto-estima e arrumar um jeito de nos dizer que éramos lindas, atraentes, beldades, irresistíveis, brasileiras... ok, eu sei, parei, já voltei afinal. Muita praia, muito sol, muito calor, mar infinito, azul fosforescente, golfinhos, estrela do mar, tudo embalado ao som de muita salsa, merengue, bachata e house caribenho.
Mas nem tudo são rosas, nem golfinhos, nem sol, nem no caribe. É claro que logo que chegamos fomos premiadas com o quarto de número veintidos-cero –siete. Logo percebemos a mudança de humor – zangado para feliz feliz – do recepcionista, assim que checou o RUM que ficaríamos. Ah nem dá pra contar o tanto de perrengue que teve naquele metro quadrado. Mas como estávamos no caribe, não señor, isso não nos atrapalhou!
Também tivemos a oportunidade de conhecer Dominica, nossa arrumadeira. Sempre em falta conosco, falta toalha, falta papel, falta arrumar tudo e, no fim!, tão sorridente despedindo-se. Simpatia dominicana? Haha no no, encontramos os motivos ao desarrumarmos as malas no Brasil. Mas tudo bem, continuamos rindo disso tudo porque afinal é caribe e éramos três!
Deve ser a energia solar que descarrega tanto sentimento bom na gente. Pra quem não gosta de danças calientes, latin lovers, picada de mosquito, sarna pra se coçar e queimadura solar, não recomendo.

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