É clichê entre as pessoas que ficam solteiras muito tempo terem medo de não conseguir mais ficar junto. As horas passam e a gente vai ficando cheia de mania e exigência e acostumada a ficar só. Não posso nem dizer que seja costume. É prazer. O prazer de não dar satisfação, de não ter que esperar. Vira prazer até a sensação de poder conhecer gente nova. Um vício, é isso. A gente fica viciada na possibilidade de existir alguém por aí que seja melhor e que combine mais do que o que passou e não deu certo. E nunca fica satisfeito. Nisso mora meu medo. Medo grande de não dar mais certo. De não ter vontade. Tanta gente que passa e não atina vontade...
É aí que você se torna minha ponta de esperança. Não a esperança de juras-de-amor ou de que a gente seja feliz-para-sempre, mas esperança de que em algum lugar existe essa vontade em mim. Que hoje mora em você. Deve ser por isso que não te deixo ir, apesar das nossas diferenças todas. De certa forma e do jeito mais irracional (adolescente) possível, encontrei em você um bom cantinho. Apaixonei.
oun!! q coisa fofa!!!
ResponderExcluirda vontade de enviar né? ..............
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